Uma
curiosidade sobre as capas de discos de vinil é que “antigamente”, mesmo com o
rigor da ditadura militar, havia uma maior flexibilidade para capas de discos ousadas. Que,
dificilmente, seriam lançadas hoje, mesmo não tendo nudez total.
O disco da
foto é “Em tempo de nostalgia”, de Alain Debray, lançado em 1975 pela RCA. São
versões orquestradas de clássicos de música pop, erudita ou trilhas de filmes.
Como Cole Porter, Herman Hupfeld, Harry Warren, entre outros.
Aliás, os
discos de orquestras tinham capas frequentes com mulheres sensuais, seminuas e,
ocasionalmente, até aparecendo os seios. Tudo vendido abertamente nas melhores
lojas de discos das cidades. O que hoje já geraria protestos e mais protestos
de feministas e mães protetoras hoje.
A décima edição da Feira do Clube do Vinil de Maringá foi realizada no dia 12 de setembro de 2015, no Shopping Cidade Maringá, com um grande movimento durante o dia. O evento contou com um acervo de discos variados, inclusive com o público levando discos para trocar e vender. Além de acessórios como plásticos para capas, limpa discos, entre outros. Também teve expositores com bazar cultural com roupas, acessórios, histórias em quadrinhos, decoração, bottons, imãs e adesivos. A parte cultural teve exposições de fotografias, artes e fanzines. Agradecemos à direção do shopping pelo espaço e ao departamento de Marketing pela atenção e apoio no evento. A próxima feira está agendada para o dia 14 de novembro, sábado, no Shopping Cidade Maringá.
Uma coleção de discos rende mais uma história bacana ao
redor do mundo. O advogado canadense Darren Sawchuk (foto) acabou de abrir sua própria
loja de discos em Winnipeg, no Canadá.
A Vinyl Revival: Rock-School-Café foi inaugurada no último
dia 17 e é uma loja multicultural que vende discos, é lanchonete e tem aulas de
música.
Ele incluiu alguns discos de sua coleção. Mas o impulso para
abrir a loja veio mesmo depois que ele comprou uma coleção de 25 mil LPs de uma
outra loja em outra cidade que estava fechando. Ele explica que a intenção do
negócio era liberar espaço na garagem de sua casa.
Darren Sawchuk começou um tratamento contra câncer na perna.
E, por isso, conta com a ajuda do filho de 21 anos na loja. O que acabou
atraindo o interesse familiar na coleção e na loja.
Será realizada amanhã (24) a primeira edição do Bazar
Cervejeiro no Tasting Room das cervejarias Araucária e RedCor, em Maringá (a
aproximadamente 60km de Cianorte). O evento tem entrada gratuita e relaciona
diferentes culturas, curiosamente, focando num público que tem tradição em vida
boêmia e com eventos de madrugada. Mas, ganha um horário alternativo já que o
bazar será entre 9h e 14h.
É mais uma iniciativa do espaço aberto há um mês que
programa uma agenda com eventos culturais e gastronômicos, sempre relacionado
às duas cervejas maringaenses.
Para essa primeira edição do bazar o público pode saborear
as cervejas e chopps artesanais gelados, pratos do Clube da Comida, conferir
produtos no bazar cultural como canecas, roupas, bottons, histórias em
quadrinhos, acessórios e ainda a participação do Clube do Vinil de Maringá, com
compra, venda e troca de discos de vinil.
Tudo com trilha sonora com discotecagem de rock a cargo dos
DJs Andye Iore e Adriano Haveck.
O Tasting Room fica na avenida Américo Belay, 2329, próximo
da Acema, em Maringá (PR).
No próximo domingo (28) acontece mais uma feira de discos em
São Paulo. Dessa vez o evento será numa galeria na rua Teodoro Sampaio, 763, entre
11h e 20h.
Na edição anterior realizada em agosto, na praça Roosevelt (fotos),
houve uma relação bacana com uma situação positiva que acontece em São Paulo:
ocupação cultural e de lazer dos espaços públicos.
Assim a feira colocou diversas barracas na praça com discos
de vinil, posters, camisetas, acessórios, entre outros. E houve movimento
durante todo o dia, incluindo expositores e visitantes de outros estados.
O acervo era bem variado (apesar de eu sentir falta de
discos de ska e garage). Mas, consegui fazer boas compras no geral.
A prefeitura de São Paulo tem iniciativas de atividades no
Minhocão e passará a fechar a avenida Paulista aos domingos para uso da
população. A organização da feira é da loja Locomotiva e a taxa de participação
é de R$ 110 por mesa.
Como não agendamos feira do Clube do Vinil de Maringá em outubro, participamos de diferentes eventos como convidados. Destacando as iniciativas culturais, No último domingo estivemos no I Encontro de Carros Antigos do Porco no Tacho, em Maringá. E no próximo sábado (10) alguns expositores estarão no Festival de Food Truck de Mandaguari. O evento será na praça da Independência, com entrada gratuita, entre 11h e 20h. E, mais uma vez, repetimos a parceria bacana com a rádio Mundo Livre participando no dia 31 de outubro, sábado, de mais uma edição do Mundo em Movimento. Será um grande evento com shows, exposições, bazar, entre outras atividades que serão divulgadas em breve pela rádio. E em breve teremos mais uma novidade bacana para anunciar. A próxima feira do Clube do Vinil de Maringá será em novembro. Participe!
No último domingo (4) o Clube do Vinil de Maringá participou do I Encontro de Carros Antigos do Porco no Tacho com vários outros expositores. Agradecemos o convite da organização. Confira como foi o evento e veja mais fotos.
Os fãs de discos de vinil tem boas opções para atualizar a coleção. Listamos aqui alguns eventos que contarão com feiras de discos entre outubro e novembro. O Clube do Vinil de Maringá participará de dois deles até a próxima semana. O primeiro deles será no restaurante Porco no Tacho, que recebe um encontro de carros antigos no próximo domingo (4). E o segundo será em Mandaguari com uma ótima iniciativa da prefeitura reunindo gastronomia e cultura com entrada gratuita para a população. Confira as dicas com os endereços abaixo:
- 3 de outubro, sábado, entre 10h e 18h – Feira Nacional de
Vinil, no Canal da Música, rua Julio Perneta, 695, em Curitiba;
- 4 de outubro, domingo, a partir das 8h30 – Encontro de Carros Antigos do Porco no Tacho, na Venda São
Domingos, em Maringá saída para Paranavaí; - 4 de outubro, domingo, entre 9h e 13h - Confraria do Hot, no estacionamento do Boulevard Shopping, em Londrina;
- 10 de outubro, sábado, entre 11h e 20h – Food Truck Festival, na Praça da
Independência, em Mandaguari;
- 18 de outubro, domingo – Feira de Discos de SP, galeria na rua Teodoro
Sampaio, 763, em São Paulo;
- Novembro – XII Feira do Clube do Vinil de Maringá. Data a anunciar;
- Novembro – III Feira de Discos & Bazar Cultural Espaço Rock Tattoo, em
Londrina
O Clube do Vinil de Maringá completou um ano. Foi em
setembro do ano passado que o jornalista Andye Iore começou a entrar em contato
com colecionadores da região para criar um grupo na internet e fazer uma feira
de discos em Maringá depois de participar de feiras em outras cidades. O
primeiro evento em Maringá foi em outubro de 2014.
Desde o começo a feira foi elaborada como um evento cultural
gratuito, com a participação de artistas da cidade. Seja na música, fotografia,
quadrinhos ou artes. O projeto foi um desdobramento dos eventos realizados
desde a época d´O Porão Discos na década de 1990 e depois com o atual Projeto
Zombilly. E foi ampliado com a criação de uma página no Facebook e um blog.
A feira começou tímida e foi crescendo com boa repercussão
na mídia local. O que atraiu a atenção de outras pessoas que se ofereceram para
participar quando o evento já estava encorpado e seguindo por conta própria.
Nesse intervalo das dez edições realizadas até agora
aconteceram alguns problemas nos bastidores motivados por interesses pessoais
que foram contra as normas/regras que eram passadas para cada expositor antes
dos eventos. Isso fez com que expositores fossem excluídos e outros anunciassem
a saída.
Entre os problemas que tivemos:
- expositor convidando por conta própria outra pessoa para expor junto, sem a
autorização da organização;
- expositor pedindo para colocar discos no chão porque queria mais espaço e não
havia no local;
- expositor vendendo discos sem preço;
- expositor vendendo disco riscado com preço de novo (sem avisar o comprador);
- expositor vendendo disco com capa trocada;
- expositor negociando discos quando a feira estava fechada e sendo preparada
para abrir;
- uma pessoa que foi por conta própria numa das feiras e se colocou ao lado de um dos expositores para vender seus discos mesmo sem estar convidada/escalada para o evento; - comentário de expositor dizendo que vendeu mais que todo mundo;
Entre outras situações que geraram reclamações e mal estar no grupo.. E que eu tive que, infelizmente, passar a fotografar para registrar esses problemas.
Todas essas situações estavam citadas nos informativos
enviados antes das feiras e visavam a realização de um evento organizado. Isso
para evitar problemas com os clientes e que poderiam prejudicar a imagem e
conceito do evento. Inclusive, evitar o “vender a todo custo”.
Se deixasse, tinha gente que penduraria disco até no pescoço para tentar vender
mais que os outros. E o objetivo nunca foi esse.
E isso acabou levando expositores a reclamarem das regras,
criticar a escolha de alguns locais que tem o aspecto cultural para o evento e
queriam somente fazer a feira em potenciais locais de muitas vendas. E, claro,
todo evento tem seu organizador e seus participantes.
NOVIDADES - O Clube do Vinil de Maringá segue no seu formato original e
em breve deveremos ter mais novidades. Agradecemos a todos os visitantes das
dez edições, quem ajudou a divulgar, aos expositores e aos artistas
que participaram até agora.Completa esse post o vídeo da décima edição que
foi uma das mais bacanas que fizemos até agora. E com grande aspecto cultural!
Para ajustar a agenda de alguns expositores, passamos a X
Feira do Clube do Vinil de Maringá e Bazar Cultural para o dia 12 de setembro,
sábado, e não mais no dia13, domingo. A feira acontecerá no Shopping Cidade, entre
10h e 18h, com entrada gratuita para o público.
Teremos uma novidade bem bacana dessa vez na parte cultural.
Uma parceria com o coletivo Láudano Artes e a participação de um grupo de
fanzineiros e quadrinhistas. Com isso teremos exposições de artes, fotografias,
fanzines e histórias em quadrinhos. Inclusive com artistas produzindo ao vivo
no local.
Na parte de discos teremos um acervo de vinil renovado,
incluindo acessórios como plásticos internos e para capas, fluído para limpeza
de discos, adaptador para compactos, entre outros. Também terá acervo com
livros, bottons, boxes, CDs, entre outros. O público pode levar discos para
vender e trocar com os expositores. Lembrando que o espaço para o bazar cultural e limitado e os interessados devem entrar em contato antes para saber da disponibilidade. Lembrando que o Shopping Cidade tem
estacionamento, ar condicionado, praça de alimentação, banheiros e segurança.
Realizamos a quinta edição nesse local foi bem bacana. O Shopping Cidade fica
na avenida Tuiuti, 710. Em breve teremos uma feira de discos em Presidente Prudente (SP) e a terceira edição da Feira de Discos & Bazar Cultural no Espaço Rock Tatttoo, em Londrina.
A Rhino Records lançou um box especial (imagem) para celebrar os 30
anos do álbum de estreia do Sisters of Mercy. A edição vem com o disco original relançado
agora e mais três EPs: “Body And Soul”, “No Time To Cry” e “Walk Away”.
Os quarto discos são em vinil 180 gramas e vem numa caixa com
a mesma capa de “First and last and always”. O box custa, em media, US$ 70 (em torno de R$ 250).
O disco “First and last and always” foi lançado em 1985 com dez musicas e é
um marco na gothic music influenciando bandas no mundo todo. Apesar do
egocentrismo exagerado do vocalista Andrew Eldritch, a banda está com a “trocentésima”
formação e segue em tour na Europa.
Será realizada no próximo sábado (22) a segunda edição da
Feira de Discos e Bazar Cultural do Espaço Rock Tattoo, em Londrina (a
aproximadamente 175km de Cianorte). O evento acontecerá entre 11h e 17h, na rua
Sergipe, 918, no centro londrinense, com entrada gratuita.
Participarão expositores de Londrina, Maringá e Arapongas
com discos de vinil, roupas, histórias em quadrinhos, miniaturas, acessórios,
entre outros. A expectativa da organização é reunir mais público e também um
acervo maior de discos que na primeira edição realizada em junho (foto acima). As caixas de
discos terão raridades em rock, reggae, eletrônico, MPB, black music, entre
outros, e o público pode levar discos para trocar e vender aos expositores.
O Espaço Rock Tattoo fica nos fundos de um estúdio de
tatuagem e funciona como um centro cultural. O local recebe shows de rock,
curso de dança de rockabilly e a feira de discos é o evento mais recente na agenda
cultural que também alguns programas gratuitos para o público.
E já está prevista uma exposição fotográfica e batalha de
rimas de RAP em breve. “Procuramos ofertar eventos culturais de várias
vertentes, seja na música, no teatro ou nas artes”, comenta o proprietário
Celso Batista, 46 anos, que desde o começo da década de 1990 participa da cena
cultural londrinense seja tocando em banda ou participando de eventos. A Feira
de Discos e Bazar Cultural do Espaço Rock Tattoo tem apoio da webradio Alma Londrina.
A reaproximação entre Estados Unidos e Cuba apesentou não
somente aspectos positivos políticos, econômicos e sociais, como também
culturais.
Diferentes veículos de comunicação americanos deram destaque
para o acervo da radio GITMO, da base naval em Guantánamo, em Cuba. São 22 mil
discos arquivados entre as décadas de 1950 e 1990. Especialistas já estimaram a
coleção num valor de US$ 3 milhões.
Os discos são usados em programas da radio que foi, por
muitos anos, uma das principais formas de lazer dos 6 mil moradores do local. A
rádio também mantém numa sala um arquivo com fichas de cada título, com dados e
músicas de cada álbum, num rico registro cultural.
Muitos dos discos são raridades nunca lançadas em lugar
algum do mundo, exclusivos da rádio militar. Inclusive com selo impresso das
Forças Armadas americana. Há títulos de grandes nomes da música como Led
Zeppelin, Bob Marley, The Doors, Santana, entre outros.
Com informações traduzidas e imagem da Military Times
A banda Luna se reuniu para alguns shows e terá sua
discografia da década de 1990 relançada em vinil (imagem à direita). O grupo de Dean Wareham
(foto à esquerda) acabou em 2005 e eles se reuniram no ano passado para alguns shows ocasionais e
acabaram de anunciar uma tour com 22 shows que começou no mês passado e segue
até outubro nos Estados Unidos e Europa. “Não estamos planejando músicas novas.
Temos muitas boas canções antigas”, comentou Dean Wareham ao Projeto Zombilly sobre as novidades.
Para celebrar a volta oficial, será lançado um box com seis
discos em vinil branco chamado “Long Players: '92 - '99”. São seis discos de
estúdio mais uma coletânea de raridades com dez músicas. O box traz ainda um
livro com fotos e entrevistas sobre a banda. A previsão é do box sair na metade
do segundo semestre.
Os discos
do box são: “Lunapark” (1992), “Bewitched” (1994), “Penthouse” (1995), “Pup
Tent” (1997), “The Days of Our Nights” (1999) e “Rarities”. Ficaram de
for a os quarto últimos discos lançados após 2000: “Luna Live” (2001), “Close
Cover Before Striking” (2002), “Romantica” (2002) e “Rendezvous” (2004).
O casal Dean Wareham e Britta Philips segue tocando como
Dean & Britta. Além de vários outros projetos como atuação em filmes, a
trilha sonora da comédia “Misstress America”, fitas cassete com músicas solo de
Dean Warehan, entre outros.
O Luna fez uma tour no Brasil em 2001, quando passou por Londrina (PR).
E Dean Wareham foi entrevistado pelo Projeto Zombilly. Leia a entrevista. Foto do Luna: Andye Iore / Foto dos discos: Divulgação
A ideia partiu de Ian Capilouto, um bibliotecário de 35 anos
de idade, de Orange County, na Califórnia, EUA. O pai dele tocou numa banda de
rock psicodélico na década de 1960 - The Glass Family - e ele também já teve
uma banda de rock. Então, ele chamou três amigos de infância e criou a
Maplewood Records no ano passado, usando suas economias do trabalho.
O primeiro lançamento foi um disco da banda do pai que
estava esgotado e cuja primeira tiragem de 550 cópias do relançamento também já
se esgotou. “Electric Band” foi lançado em 1968 e ganhou uma nova versão dupla
com bônus e capa gatefold, custando apenas US$ 25 (aproximadamente R$ 80).
Apesar de modesta, a gravadora segue com planos de relançar
discos antigos e botar no mercado lançamentos locais de maneira independente,
já que os sócios seguem trabalhando em seus empregos regulares.
No catálogo também tem o “Maggot Brain”, do Funkadelic,
lançado em 1971 e que ganhou uma versão em 180 gramas com capa gatefold. Esse
já foi eleito um dos melhores discos da década de 1970. Está previsto o
relançamento de um disco da banda sixtie New Riders of the Purple Sage, que
contava na formação com Jerry Garcia, antes dele entrar no Grateful Dead.