terça-feira, 28 de março de 2017

Bazar Cervejeiro apresenta Maníaticos do Reverb


A Cervejaria Araucária apresenta a quarta edição do Bazar Cervejeiro. O evento será no próximo sábado (1º de abril) entre 11h e 18h, na avenida Américo Belai, 2329, em Maringá, com entrada gratuita. As atrações dessa edição - além das cervejas e chopps gelados da premiada cervejaria maringaense - são o Clube do Vinil de Maringá, a banda Maníaticos do Reverb (surf music, de Londrina) e hambúrguer artesanal com Alvim´s Burguer.
A terceira edição aconteceu no dia 28 de janeiro, com a banda Wood Surfers, e levou um grande público até a cervejaria, que conseguiu até acabar com alguns dos chopps disponíveis e também consumiu todos os hamburguers.
Confira fotos da terceira edição:



Fotos: Andye Iore

Crise dos Correios afeta mercado fonográfico

A crise dos Correios preocupa os colecionadores de discos de vinil no Brasil. Isso porque a companhia é a principal opção no país para enviar discos. Isso acontece desde o simples comprador que adquire discos pela internet porque na sua cidade não tem opções até as gravadoras e selos que vendem seu catalogo pela internet e enviam os discos  para os compradores pelos Correios.
O telejornal Bom Dia Brasil , da Rede Globo, apresentou hoje (28) uma reportagem sobre a situação atual dos Correios que fecha agências, despede funcionários e atrasa as entregas de cartas e encomendas por todo o Brasil. O que acaba encarecendo os serviços.
Assista aqui a reportagem na íntegra.
Texto : Andye Iore / Imagem ilustrativa.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Record Store Day terá 563 discos esse ano


Já circula na internet a lista com os 563 discos que farão parte do Record Store Day 2017, que será no dia 22 de abril. Essa será a décima edição do evento em celebração às lojas de discos. E como sempre os selos e gravadoras capricharam nas edições especiais em vinil que estarão nas lojas. O que causa uma correria dos colecionadores já que a maioria dos títulos é em quantidade limitada.
MARINGÁ - Esse ano o Clube do Vinil de Maringá (CVM) preparou uma agenda especial para celebrar o Record Store Day, como nos dois últimos anos, apesar do Brasil não ter nenhuma loja participando oficialmente da programação.
Temos quatro eventos agendados. E, claro, sempre com o acervo diferenciado com discos novos, importados, de gravadoras independentes e raridades em usados. Ano passado fizemos na edição do Record Store Day promoção com discos a partir de R$ 5. A programação terá ainda shows e exposições artísticas e fotográficas.
AGENDA
- 1° de abril, sábado - IV Bazar Cervejeiro - no Tasting Room da cervejaria Araucária, em Maringá
- 9 de abril, domingo - 21a Feira do Clube do Vinil de Maringá, no Mercadão Municipal de Maringá
- 16 de abril, domingo - II Feira de Discos Mi Casa, em Londrina
- 22 de abril, sábado - Feira Vinil Vivo, no Nova Garagem,  em Curitiba

O CVM listou alguns discos do Record Store Day de destaque esse ano:

-999 - Live & Loud - vinil colorido
-Alien Sex Fiend - Overdose - vinil colorido
-Batmobile - BatmoManiacs - compacto, vinil colorido
-The Cure - Acoustic Hits - duplo inédito em vinil
-David Bowie - Cracked Actor - triplo
-DISCHARGE - Why? - picture
-Doyle (The Misfits) Abominator - picture
-The Fall - Live in Clitheroe 2013 - vinil laranjado
-The Flaming Lips - Onboard the International Space. .. - vinil vermelho
-GBH- Leather, Bristles, Studs And Acne  - picture
-Iggy Pop - Post Pop Depression: Live - triplo
-Johnny Cash          - Childrens Album - primeira vez em vinil
-Link Wray - Be What You Want To - inédito em vinil
-Lou Reed - Perfect Night: Live In London - duplo
-Motörhead - Motörhead - vinil transparente, triplo
-Neil Young - Decade - triplo
-Ramones - Singles Box - dez compactos
-Sex Pistols - God Save Sex Pistols      
-The Smiths - The Boy With The Thorn In His - compacto
-Spacemen 3 - For All The Fucked Up Children
-Spacemen 3 - Recurring
-Spacemen 3 - Playing With Fire
-T. Rex - Electric Warrior

Texto: Andye Iore

segunda-feira, 20 de março de 2017

Colecionador doa 3,5 mil discos para radio


Os  colecionadores de discos de vinil curtiram uma história que aconteceu esse ano em Whitehorse, Yukon, no Canadá. Um colecionador doou aproximadamente 3,5 mil discos para a radio CJUC. Parte dos discos foram colocados à venda para arrecadar verba para a estação.
Rob Hopkins guardava os discos num armazém fechado por quase 30 anos depois que ele fechou a loja que tinha na cidade, a Frontier Electronics. Os discos foram guardados em plástico, caixas de papelão e num ambiente sem umidade.
Ele decidiu doar para ajudar a rádio que ajudou a criar há uns dez anos e que é uma estação sem fins lucrativos, com trabalho voluntário da comunidade. Na coleção há discos de rock e pop, com muitas raridades.

Com informações traduzidas e fotos da CBC News

sexta-feira, 17 de março de 2017

Mercado fonográfico tem espaço para crescer em 2017


O ano de 2017 seguirá o crescimento da produção e vendas de discos de vinil conforme foram anunciadas durante todo o ano de 2016 na imprensa. O que chegou a ser 5% das vendas dos discos físicos no mercado fonográfico mundial, tem tudo para quase dobrar. Mesmo porque 5% é muito pouco do que se consome de música no mundo.

No decorrer do ano de 2016 foram colocadas em atividade novas prensas que ajudaram no aumento da produção de mais discos em diferentes países. Porém, isso não é uma situação muito frequente já que não há tantas prensas inativas mais por aí. E o trabalho de pesquisa e desenvolvimento de nova tecnologia na produção de discos de vinil ainda é uma aposta e incógnita. Leia mais aqui.
GANÂNCIA - O Brasil, infelizmente, não segue o otimismo do mercado internacional. Temos apenas duas fábricas e algumas iniciativas independentes em cortes de vinil (aquelas máquinas que fazem um único disco por vez, num lento processo tendo que tocar o disco enquanto se grava).
Apenas duas fábricas operam no Brasil e somadas suas produções anuais não chegam a 400 mil cópias. O que é uma merreca em relação à demanda do mercado. O resultado são preços caríssimos, com um disco nacional sendo mais caro que um disco importado. E grande fila de espera, com um pedido levando até mais que quatro meses para ficar pronto. Há fábricas no exterior que entregam em menos tempo e são mais baratas. A questão esbarra em dois pontos: os tradicionais impostos brasileiros altos e a ganância dos empresários, já que as poucas opções levam a custos/preços caros.
MARINGÁ – A região de Maringá está bem servida de opções para quem quer comprar discos de vinil. Desde os tradicionais sebos (com preços absurdamente incoerentes, com discos raros baratos e fuleiros caros) até as crescentes feiras de discos com colecionadores. Maringá tem duas feiras de discos com perfis bem diferentes. O Clube do Vinil de Maringá (CVM) é a mais tradicional (foto) e tem destaque regional realizando eventos até em cidades da região e com alguns de seus expositores também participando de eventos em outros estados.
O acervo do CVM foge do tradicional de discos usados de MPB e rock tradicional – como Tim Maia e Pink Floyd respectivamente – que tem em todas as feiras e são achados em qualquer lugar. O CVM tem discos novos de gravadoras brasileiras, discos independentes comprados diretamente com as bandas e selos, discos importados, muitas raridades, todos devidamente organizados nas caixas. E também os tradicionais discos usados, que são higienizados antes de entrarem em venda. E também tem vitrolas e acessórios. Tudo sempre com preços acessíveis.
É comum que um disco lançado no mercado fonográfico brasileiro seja encontrado entre os expositores do CVM na mesma semana do lançamento. O acervo diferenciado é notado e valorizado por frequentadores de ambas feiras maringaenses.
Um fator importante no CVM é que os expositores “conhecem” música, sabem o que estão apresentando. Você não ouvirá numa feira “Ô vizinho, você sabe como é esse disco?...” ou “ô vizinho, você sabe qual disco dessa banda é melhor?...”. A informação é uma ferramenta importante em nossos eventos e isso ajuda nas negociações e contatos.
Em apenas dois meses de 2017 já fizemos feira e bazar cultural em Maringá e participamos de uma grande feira de discos em Curitiba. E já temos eventos agendados em março e abril. O calendário do CVM é atualizado com frequência e está disponível no nosso blog .

quarta-feira, 15 de março de 2017

Barbearia vira espaço cultural em Londrina


O próximo sábado (18) em Londrina terá uma boa opção cultural. A Mi Casa receberá a primeira edição da feira de discos de vinil - com participação do Clube do Vinil de Maringá -  com um bazar cultural, chopp e hamburguer artesanal e discotecagem de Gustavo Veiga. O evento será entre 12h e 20h com entrada gratuita.

O espaço que fica na rua Paraíba, 191, é uma barbearia e um estúdio de tatuagem. E se transforma num ponto cultural dos londrinenses, inclusive com shows de bandas. Essa semana teve até gravação de um video do músico local Mau Werner.

Para o evento de sábado a Mi Casa terá chopp bem gelado, sendo Pilsen Brasser e um Pale Ale da Birra Morcelli. O acervo de discos tem destaque para rock, entre o independente brasileiro e até importados. E também de outros gêneros variados, com discos usados, a preços camaradas. Os expositores aceitam pagamento com cartão.
- Confira a página do Mi Casa no Facebook . 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Londrina ganha ponto fixo de vinil


Já está atendendo o novo ponto cultural e estilo de Londrina (PR). A Mi Casa reúne barbearia, estúdio de tatuagem e discos de vinil. E ocasionalmente com apresentação de artistas.
O acervo de discos de vinil é do Malucas Discos, expositor do Clube do Vinil de Maringá, o que garante títulos bem bacanas e atualizações frequentes.
A Mi Casa fica na rua Paraíba, 191, e atende entre 10h e 19h.

Fotos: Billy Monster

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dub tem origem acidental num vinil



O dub tem origem curiosa num disco de vinil. O gênero derivado do reggae surgiu no final da década de 1960, em Kingston, na Jamaica, quando o produtor de festas Rudolph Redwood fez um dubplate (uma copia demo em vinil) de uma música do The Paragons.
O engenheiro de som acidentalmente cortou os vocais no estúdio, ressaltando o baixo e bateria com eco e reverb, e o disco foi prensado só com o instrumental. Redwood levou a copia para a festa e o DJ começou a improvisar e interagir com o público enquanto o som instrumental rolava nas caixas de som.
A brincadeira agradou o público e outros DJs presentes começaram a fazer o mesmo em suas festas. Um dos destaques na época foi King Tubby. E depois o produtor e músico Lee Perry (foto) ganhou fama internacional. E acabou ficando amigo do The Clash que incorporou o dub na sonoridade da banda no final da década de 1970 na Inglaterra. Lee Perry toca e produz até hoje, prestes a completar 81 anos em março.
Enquanto o dub fez sucesso em outros países e gerou subgêneros como dancehall e drum´n´bass.
Texto: Andye Iore com informações do livro do livro "Vinil, a arte de fazer discos", de Mike Evans

Blondie lança disco novo em maio


A banda Blondie está de volta! Será lançado no dia 5 de maio "Pollinator ", o 11° disco de estúdio que terá 11 músicas. O primeiro single "Fun" já está disponível online. O album tem participação do guitarrista Johnny Marr (ex-The Smiths) e será lançado em CD e edições especiais limitadas em vinil branco ou vermelho.
O Blondie foi formado em 1974 e segue na ativa tocando. A vocalista Debbie Harry tem 71 anos e faz a alegria dos fãs com seu charme e um setlist repleto de músicas bacanas. Que poderão ser escutadas e vistas ao vivo, já que a banda anunciará em breve uma tour para esse ano.
Vários discos do Blondie e solos da Debbie Harry foram lançados em vinil no Brasil nas décadas de 1980 e 1990 e são encontrados facilmente nas feiras de discos.


Confira o tracklist do disco "Pollinator":
- Doom or Destiny
- Long Time
- Already Naked
- Fun
- My Monster
- Best Day Ever
- Gravity
- When I Gave Up On You
- Love Level
- Too Much
- Fragments

Texto: Andye Iore com informações traduzidas do site da banda. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Curitiba ganha feira "intermediária" de discos de vinil


Será realizada no próximo sábado (4) a primeira edição da Feira de Discos da Boca Maldita, em Curitiba. O evento será no hotel Slaviero Slim, na rua XV de Novembro, no centro, e reunirá 20 expositores do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Maringá será representada pelo Projeto Zombilly, do Clube do Vinil de Maringá.
Além dos discos também haverá espaço para bandas venderem seus materiais, lançamento do livro "Lindo Sonho Delirante" (de Bento Araujo), homenagem ao músico Waltel Branco e discotecagem. Tudo com entrada gratuita. O planejamento é fazer duas feiras ao ano. “Pensamos que tem espaço para um evento intermediário”, explica Marcos Duarte (foto), da Joaquim Livros & Discos, que organiza o evento junto com Horácio Tomizawa (da loja Sonic Discos). “É um evento com prioridade ao comércio e uma ou outra atividade dentro da feira que venha contribuir com a cultura do vinil”.
Ele comenta sobre o fato de Curitiba ter hoje diversas feiras. Desde uma maior mais tradicional até outras menores por bares e hotéis da cidade. A Feira de Discos da Boca Maldita seria o quinto evento regular da cidade. “Curitiba é uma cidade enorme, com muitos lugares em bairros que poderíamos melhor explorar e estes grupos pequenos ajudam nesta perspectiva”, comenta Duarte sobre os prós e contras de tantos eventos. “A nossa feira é de médio porte, com 20 expositores onde os possíveis clientes consigam ver a maioria dos discos e aí fazer sua opção de compra”, conceitua.
E completa que quer ter uma relação com a cena local, privilegiando DJs locais, homenagear alguém importante no meio musical, fazer lançamentos de livros relacionados a cena. O que está tudo contemplado logo nessa primeira edição.
- Confira a página do evento no Facebook .
Foto: Andye Iore

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Bazar reúne vinil, hambúrguer, cerveja artesanal e surf music


Será realizado no próximo sábado (28) a terceira edição do Bazar Cervejeiro, no Tasting Room das cervejarias Araucária e RedCor, na avenida Américo Belai, 2329, em Maringá. O evento reúne colecionadores de discos de vinil, hambúrguer artesanal e as cervejas e chopps gelados com os anfitriões. Dessa vez haverá show com a banda Wood Surfers, surf music de Londrina. O evento começa às 11h e vai até às 18h, com ingresso a somente R$ 5.
O Tasting Room tem um convidado na gastronomia em cada evento. O rango dessa vez fica por conta do Alvim´s Burguer com hambúrguer artesanal a preços justos. Como um cheese burguer com 150 gramas de fraldinha, queijo e molho que está no cardápio por apenas R$ 10.
Já a parte dos discos terá o Clube do Vinil de Maringá com discos novos importados e de selos independentes brasileiros e discos usados com preços camaradas. O acervo é variado com discos de rock, MPB, reggae, RAP, entre outros.
ENCONTRO - O Tasting Room foi criado para ser um ponto de encontro dos fãs e fabricantes de cerveja artesanal. O espaço funciona como bar e loja também vendendo insumos para fabricação de cerveja. E também há cursos ocasionais onde os interessados aprendem a fazer cerveja em casa.


Confira algumas das cervejas que estarão à venda no evento sábado:
- Witbier, cerveja leve, refrescante, com adição de cardamomo e casca de limão siciliano. Cerveja de trigo belga;

- Xetá, a exótica American Pale Ale da Araucária. Marcante presença de lúpulos, tanto no aroma quanto no sabor;
- Gralha azul na garrafa, cerveja da escola inglesa, carteiras maltada e de lúpulos ingleses;
- Hidromel, bebida medieval, conhecida como a bebida mais antiga do mundo! Aroma de mel, mas sabor de final seco! Ótimo pra ser tomado geladinho nesse calor maringaense.
- Confira a página da Cervejaria Araucária no Facebook .-
 Confira a página do Alvim´s Burguer no Facebook  .
- Confira a página do Wood Surfers no Facebook .


Fábrica no Canadá usará nova tecnologia para vinil



 
Uma fábrica no Canadá está prestes a preencher uma lacuna na indústria fonográfica em todo o mundo. A Microforum se prepara para fabricar discos de vinil com novas prensas (fotos) feitas no Canadá. Se o investimento for bem sucedido vai mudar significativamente o mercado mundial.
Isso porque as prensas das fábricas em atividades são todas antigas, com décadas de uso, algumas com mais de 50 anos. Ou elas permaneceram fabricando discos no decorrer dos anos ou foram reformadas recentemente.
E não há prensas disponíveis. E é justamente a falta de prensas que breca o crescimento do mercado. Como no Brasil onde é restrita (e cara) a fabricação de discos.
A Microforum tem sede em Toronto e anunciou que em breve a primeira prensa entrará em operação comercialmente. E que o planejamento da companhia é ter seis prensas novas fazendo 24 mil discos diariamente.
DECEPÇÃO - O projeto surgiu depois que o vice-presidente da empresa, Noble Musa, acompanhou os crescentes números de venda de discos de vinil no ano passado. Ele fez pesquisas e visitou algumas fábricas. E só encontrou prensas antigas funcionando. Sua reação foi pensar que jamais entraria nesse ramo com tais equipamentos e tecnologia ultrapassada.
Com isso fez uma parceria com outra empesa canadense, a Viryl Technologies, que desenvolveu a tecnologia e a nova prensa, batizada de WarmTone, que é computadorizada e está em teste há três meses.
Texto Andye Iore com com informações traduzidas da Viryl Technologies e da CBCNews / Imagens: Viryl Technologies

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Clube do Vinil leva grande público ao Mercadão


O Clube do Vinil de Maringá começou 2017 muito bem. A vigésima edição da feira de discos foi realizada no Mercadão Municipal de Maringá no dia 15 de janeiro (domingo). O evento teve uma ampla divulgação na mídia e levou um grande público ao centro gastronômico. A apresentação acústica do Cash in Flowers atrasou, mas aconteceu no final do evento, no meio da tarde.
Apesar de termos o Clube do Vinil desde 2014, a cada edição recebemos novos amigos que passam a frequentar nossos eventos, principalmente de pessoas da região que conhecem o grupo pela internet e imprensa. Também é muito bacana receber elogios pelo nosso acervo, que é o principal diferencial do nosso grupo de expositores.
Quando um visitante com mais referências do mercado fonográfico e do colecionismo visita nossa feira sempre fica impressionado com os discos que encontra nas caixas sobre as mesas. E para nós sempre é bacana receber esse feedback porque vamos montando um acervo conforme o interesse dos visitantes e também procurando títulos mais incomuns ainda para os próximos eventos.
O Clube do Vinil de Maringá agradece os expositores, quem ajudou de alguma forma ou divulgou, quem visitou a feira, ao Cash in Flowers e à equipe do Mercadão.



Fotos: Andye Iore / Zombilly

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Jamaicana Tuff Gong volta a produzir vinil


Uma boa notícia para os colecionadores de discos de vinil... especialmente para os de reggae, ska e dub. A fábrica e selo Tuff Gong voltará a fabricar e lançar discos de vinil a partir de março.
O grupo foi criado por Bob Marley em 1970, em Kingston, na Jamaica, com a intenção de facilitar o acesso à cultura para a população carente e era um centro cultural incluindo estúdio, estamparia, entre outros serviços.
A volta ao mercado fonográfico será numa parceria com o selo americano Sunpress Vinyl, do músico e produtor Joe Gibbs.
A Tuff Gong lançou discos de Bob Marley, Toots and the Maytals, The Skatalites, Dennis Brown, Sly and Robbie, The Wailers, entre outros.

Com informações traduzidas do Jamaica The Star

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

A origem do formato do LP 12"


O sistema fonográfico foi inventado por Thomas Edison em 1877. O aparelho fonógrafo era um cilindro de cera com uma agulha que reproduzia o áudio de no máximo três minutos.
O atual formato de long play (LP) de 12” que conhecemos foi lançado e popularizado pela gravadora Columbia, nos Estados Unidos, somente em 1948 depois de muitas experiências e formatos diferentes no decorrer das décadas.
O formato da Columbia revolucionou o mercado, popularizando não só o tipo do disco, como também a arte das capas. O que acabou sendo seguido até pelas gravadoras rivais que tentavam outros formatos e perdiam mercado. (com informações do livro "Vinil, a arte de fazer discos", de Mike Evans)