quarta-feira, 11 de julho de 2018

Colecionador vende milhares de discos a US$ 1 cada



O colecionador americano conhecido como VinylMan (foto) anunciou que venderá aproximadamente 100 mil discos por US$ 1 cada. Ele tem tanto disco que estará “se livrando” de apenas metade de seu acervo que já foi de quase 500 mil discos.
O colecionador Jerry Weber, 70 anos, é dono da loja Jerry´s Records em Pittsburgh, na Pennsylvania, EUA. Onde terá uma feira chamada Dollarpalooza, local que receberá o primeiro lote de discos à venda essa semana.

VinylMan já teve 450 mil discos juntados em 40 anos colecionando e comercializando. Dos quais 20 mil eram de sua coleção. Aos poucos foi se desfazendo para sobrar espaço em casa, na loja e num barracão. O objetivo dele é vender 100 mil discos até o final de 2018. Ele ressalta que não está vendendo discos encalhados ou com defeitos. Que são títulos em bom estado com grande interesse do público.
Com informações traduzidas do Triblive e Pennlive

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O Porão apresenta variedade e opções alternativas


A loja O Porão Discos foi reaberta em Maringá depois de 20 anos que fechou. O novo endereço é na rua Lauro Werneck, 787, em frente a Universidade Estadual de Maringá (UEM). A nova loja tem um acervo variado, com foco em discos de vinil, mas também apresenta outros produtos sobre colecionismo. Como histórias em quadrinhos, miniaturas, fitas K7, camisetas, bottons, entre outros.
Nessa primeira semana de atendimento alguns clientes da loja anterior foram visitar o novo espaço cultural. Como foi com o colecionador Anderson (foto abaixo) que passou pela frente, viu a fachada da loja e achou curioso. Entrou para conferir e teve a agradável surpresa que era a mesma loja que ele frequentava há 20 anos.  “Vou passar aqui todos os sábados”, disse com um sorriso após comprar disco do The Police, Tracy Chapman e um feltro.


Assim como era na década de 1990 é possível encontrar títulos alternativos e do underground. O que não é comum em outras lojas por não serem comerciais. Ou seja, não venderem muitas unidades. Como discos de grind core e black metal, camiseta do filme Donnie Darko, fanzines, entre outros títulos. Tudo acompanhado de atendimento especializado, com o cliente recebendo informações sobre os materiais. O espaço também vai divulgar os eventos do Clube do VinildeMaringá (CVM) e de parceiros. 
Outro diferencial d´O Porão Discos é horário de atendimento alternativo. A loja abre e fecha em horários diferentes durante a semana para que pessoas com compromisso e hábitos diferentes tenham mais opções de irem à loja. Incluindo à noite e no final de semana. Os horários são anunciados nas páginas da loja no Instagram e Facebook: @oporaodiscos 






quarta-feira, 4 de julho de 2018

Kiss ganha capas em 3D de clássicos



A fábrica Knucklebonz lançou duas capas decorativas inspiradas em discos clássicos do Kiss: o primeiro da banda de 1974 e “Destroyer” (1976). Ambos são em efeito 3D, em tamanho natural de um disco de vinil, ressaltando detalhes das capas originais. As capas decorativas podem ser penduradas na parede ou ficarem sobre móveis. Os preços não são muito convidativos: entre US$ 249 e US$ 299,convertendo ficam entre R$ 976 e R$ 1.172
Outro detalhe para os fãs é que cada um vem com um certificado de autenticidade, autorizado pela banda.
Com imagens e informações traduzidas da Knucklebonz

sexta-feira, 29 de junho de 2018

O Porão Discos reabre em Maringá


A loja O Porão Discos será reaberta em Maringá no próximo sábado (30). O espaço cultural focado em discos de vinil reabre 20 anos depois de ser fechado. O novo endereço é na rua Lauro Werneck,787, em frente a UEM (foto acima). “A demanda nas nossas feiras de discos vem crescendo”, justifica o colecionador Andye Iore, que comandará o empreendimento com o irmão Alvaro Alvim. “Até hoje as pessoas lembram do Porão e sempre perguntam quando  a loja voltaria”.

A nova loja seguirá o mesmo perfil de quando funcionava no edifício Centro Comercial entre as décadas de 1980 e 1990. O acervo terá discos de vinil, CDs, DVDs, camisetas, histórias em quadrinhos, miniaturas e acessórios. O foco é no colecionismo, seguindo o sucesso das feiras do Clube do Vinil de Maringá (CVM) que acontecem desde 2014.
O interesse de antigos e novos colecionadores é explicado pelo acervo com vinis que não tem em outras feiras de discos no Paraná. Iore é colecionador, pesquisador sobre rock e a maior parte de sua carreira profissional foi em lojas de discos. O que garante uma grande experiência e conhecimento do mercado fonográfico brasileiro. E isso facilita, e muito, para comprar material para a loja e atender os clientes.

HISTÓRIA – O Porão foi um sebo de discos e livros abertos em meados da década de 1980. O jornalista Andye Iore comprou a loja em 1992 transformando num espaço especializado em rock (fotoa baixo). A loja fechou em 1998 depois de virar referência no Paraná não só pelo acervo formando público na região como pelos eventos culturais, incluindo shows com bandas de expressão no rock brasileiro.

REVIVAL - O mercado comercial de vinil parou no Brasil na década de 1990 porque as fábricas passaram a produzir somente CD. Mas nos Estados Unidos e Europa os vinis continuaram a ser fabricados. “É errado dizer que o vinil está voltando porque ele nunca acabou”, explica Iore, que mantém contato com fábricas, selos e gravadoras. Hoje o Brasil tem duas fábricas (Vinil Brasil em São Paulo e Polysom no Rio de Janeiro) e uma frequência maior de lançamentos nacionais.

INFOS:
O Porão Discos: rua Lauro Werneck, 787, sala 9
Instagram e Facebook : @oporaodiscos
Fone: (44) 99102-2912

quarta-feira, 20 de junho de 2018

CVM ganha novo colecionador



O colecionador maringaense Luciano Carvalho Mucio, 34 anos, é o mais novo expositor do Clube do Vinil de Maringá (CVM). Ele já coleciona cédulas, caixas de fósforos, moedas e garrafas antigas somando aproximadamente 200 itens. Ele começou a colecionar depois de visitar eventos de artesanato e antiguidades em Maringá. E passou a negociar seus produtos pela internet e em eventos. “Ainda não tenho itens raros”, comenta Mucio. “Porque nesse segmento do colecionismo as raridades custam valores que não posso ainda pagar”.

Mesmo assim está de olho nas boas oportunidades que aparecem por aí. Como uma coleção de discos de vinil que comprou recentemente.  Na qual já passou boas horas restaurando, catalogando e fotografando para colocar para vender em suas páginas na internet.

Luciano Mucio é fã de rock e gosta das bandas Metallica, Nirvana, Ramones, Pink Floyd, Foo Fighters, entre outras. “Me interesso pela participação em eventos  porque é um modo de conhecer colecionadores, fazer negócios e amigos”, cita sobre sua participação no Clube do Vinil de Maringá.


Texto e foto do colecionador: Andye Iore

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Depeche Mode relança singles em vinil



A banda Depeche Mode terá seus singles relançados em vinil. As músicas foram remasterizadas das gravações originais de época e sairão em edições especiais em boxes de 12”. O primeiro box sairá em 31 de agosto. Além de uma qualidade melhor de áudio das músicas, os box terão itens de colecionador como flexi disc, card para MP3 e poster. 

A banda justificou que os relançamentos são porque os fãs recentes não conseguem comprar os discos antigos. Os singles também foram inspiração para uma serie limitada de relógios que serão lançados com a arte dos singles no design dos gadgets. A serie faz parte de uma campanha ambiental que a banda participa.

Com fotos e informações traduzidas do Depechemode.com

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Lojas de departamento reveem o vinil



As lojas de departamento no Brasil ainda não conseguiram “embarcar” no mercado fonográfico brasileiro. As poucas que tomaram a iniciativa ainda estão tímidas e até já reavaliaram sua estratégia parando de atualizar o acervo. Na minha última visita em uma das lojas verifiquei uma pequena caixa com míseros nove LPs. 

A paranaense Livrarias Curitiba parou de comprar discos de vinil e o que sobrou nas lojas está indo para o site. Segundo informações não oficiais em conversas com funcionários, a empresa avalia os procedimentos sobre os discos de vinil, como compra de discos importados.
Quem frequenta as lojas da rede paranaense vê discos gringos muito mais caros dos que são vendidos em lojas e feiras de discos. Alguns até em aproximadamente 80% mais caros. A empresa não só não conseguiu comprar no atacado com bom preço, como comprou muitos discos equivocadamente. Que tem edição nacional ou não tem público por aqui.

E também encheram as lojas com discos da Polysom que tem em muitos lugares e com preços muito diferentes, já que a política de preços da Polysom é outra coisa que precisa ser revista também.
E esse é outro problema comum em lojas de departamento. Ter funcionários que não conhecem o mercado fonográfico, não sabem sobre colecionismo e orientar os clientes e colecionadores sobre os discos, artistas. E quem compra para as lojas também não tem muito embasamento. O que acaba dificultando ainda mais as vendas.
A paulistana Livrarias Cultura também segue o mesmo caminho com muitos discos de vinil encalhados há meses nas 18 lojas da rede em sete estados.

DESIGN - O que também acaba fazendo parte do perfil dessas redes, já que é comum a venda de aparelhos de som de baixa qualidade. Como esses de design retrô que acabam tendo problemas facilmente. E são caros. Ou seja, as vendas de vinil cresceram no mundo todo e as redes se empolgaram achando que era só colocar qualquer coisa nas prateleiras que venderia fácil. O colecionador de discos não é bobo...


Texto e foto: Andye Iore

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Cheers Pub sedia feira de discos em Londrina



Será realizada no dia 16 de junho de 2018 (sábado), a Feira Londrinil, reunindo colecionadores de discos e antiguidades no Cheers Pub (rua Alagoas,1005), em Londrina. O evento tem entrada gratuita e acontece entre 12h e 18h. Em seguida o bar abre sua programação de eventos à noite,tendo também discotecagem em vinil com Fernando Feijó e Alexandre Heringer.

A Londrinil apresenta um acervo variado de discos e bazar cultural com colecionadores de Londrina, Maringá, Marialva, Cianorte e Arapongas. Além dos clássicos discos de vinil de décadas anteriores, também há discos novos que são lançados agora por gravadoras brasileiras.

O acervo vai desde uma edição especial do Iron Maiden em vinil colorido até um disco do Zé Ramalho que saiu há pouco com músicas que nunca foram lançadas em vinil antes. Os expositores também compram e trocam discos usados em bom estado. Há também um bazar cultural com camisetas, bottons, acessórios, equipamentos, entre outros. Inclusive com um fliperama artesanal que estará ligado à disposição do público.
A parceria entre Londrinil e Clube do Vinil de Maringá acontece desde 2015 com eventos gratuitos reunindo colecionadores das regiões de Londrina e Maringá. A edição do próximo sábado (16) terá alguns expositores diferentes dos que participaram da edição anterior (foto) em março. 
Foto: Andye Iore

sexta-feira, 8 de junho de 2018

CVM participa do Pré-Paraiso do Rock



Será realizado amanhã (9) em Maringá o Pré-Paraíso do Rock. A festa de apresentação da edição de 2018 será entre 11h e 20h, na Cervejaria Araucária que mais uma vez produziu a cerveja oficial do festival.
O Pré-Paraíso terá shows gratuitos de Pelebrói Não Sei (foto, de Curitiba), Brian Oblivion & Seus Raios Catóditcos (de Maringá) e Tarantino SoundTracks (de Maringá). E também 30a Feira do Clube do Vinil de Maringá (CVM), Espaço Kids, Food Trucks e mais dez cervejas/chopps artesanais, alguns deles premiados nacionalmente. A banda curitibana de punk rock faz um dos shows mais animados do rock independente brasileiro, atraindo até mais público que bandas de fora quando tocam na cidade. 
A Cervejaria Araucária fica na avenida Américo Belay 2329, próximo da Acema,em Maringá. O evento tem entrada gratuita. O festival Paraíso do Norte 2018 será realizado nos dias 13 e 14 de julho em Paraíso do Norte. Confira o site do festival. 
Texto e foto: Andye Iore

segunda-feira, 21 de maio de 2018

HMV anuncia exclusividades para Semana do Vinil



A rede britânica de lojas HMV anunciou que fará em junho a Semana do Vinil. A data escolhida foi entre 8 e 17 de junho, celebrando o aniversário de 70 anos do formato do disco de 12”.
Entre as exclusividades que serão vendidas em tiragem limitada em 120 lojas estão discos de Liam Gallagher, The Proclaimers , a trilha sonora de “Jogos, trapaças e dois canos fumegantes”, o disco “Juju”, do Siouxsie & The Banshees, entre outros que ganharão novas edições como discos coloridos ou picture.
Serão aproximadamente 100 títulos que depois acabam ficando supervalorizados no mercado fonográfico.
Com informações traduzidas e foto da HMV

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Artic Monkeys bate record em venda de vinil



O disco novo da banda britânica Artic Monkeys é o recordista em vendas em vinil nos primeiros dias após o lançamento. O sexto album “Tranquility Base Hotel & Casino” (imagem) vendeu 24,5 mil copias em apenas quatro dias, quantia registrada hoje (18) nas lojas da Inglaterra.
É o maior volume de vendas num curto período dos últimos 25 anos. O recorde anterior era de “As You Were”, de Liam Gallagher, que vendeu 16,1 mil copias em quatro dias de lançamento em outubro do ano passado.
Somando todas as mídias vendidas de “Tranquility Base Hotel & Casino” dá 86.359 registros entre vinil,  CD, donwload, entre outros.  Sendo o maior do ano na indústria fonográfica inglesa.

Com informações traduzidas do BBC.com

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Slayer lança box com vinil de “Repentless”



O disco “Repentless” está rendendo muito trabalho à banda Slayer. Depois de quase seis anos sem gravar o disco lançado em 2015 saciou os fãs e botou a banda na estrada para o que seria a última tour do Slayer.
Agora foi anunciado um outro produto relacionado ao disco. Será lançado no dia 6 de junho o box especial “Repentless 6.66 Vinyl Box Set” com seis EPs no formato de 6,66” , nas cores vermelho, preto e dourado e com 6.666 unidades.

sábado, 5 de maio de 2018

Fotógrafo registra cultura do sound system



O fotógrafo britânico Elliot Baxter fez um projeto focado nos discos do vinil. São exposições, livros e fanzines mostrando colecionadores de discos e os sistemas de som de reggae, chamados sound system.
Até agora são dois projetos - “Sound System Culture” e “Lets Play Vinyl” – onde ele apresenta fotografias com os colecionadores e os aparelhos de som. O trabalho de Baxter é mostrado em exposições em universidades e editado em publicações independentes.
Em seu site, Baxter se apresenta como jornalista independente interessado mais em mostrar panoramas de comunidades locais que nas notícias factuais.


Com informações traduzidas e fotos do site www.elliot-baxter.squarespace.com

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Galeria de evento no Sumério


O Clube do Vinil de Maringá (CVM) participou do “Mais cerveja, menos frescura” que aconteceu no dia 24 de março, no Sumério, em Maringá. O evento teve uma grande variedade de cervejas e chopps artesanais, cardápio variado, shows de rock e feira de discos e bazar cultural com o Clube do Vinil de Maringá. Confira algumas fotos:






Fotos: Andye Iore 

Hora de comprar CD



Se você ainda compra CDs é um colecionador sortudo. Mesmo com o crescimento das vendas de discos de vinil no mundo todo, quem compra CD acha discos com preços bem baratos. Em alguns casos até por menos da metade do que custavam antes quando o mercado era normal.

A queda nas vendas de CDs pelo mercado digital fez com que os vendedores parassem de vender CDs tendo um grande encalhe nas lojas e em casa. Quem insiste baixou bem os preços. Por isso o comprador faz o mercado. Além de já estar mais barato, vale aquela “choradinha” tradicional para fechar a venda e ganhar um bom desconto.
Acontece hoje o que aconteceu com o vinil há duas décadas quando os colecionadores venderam suas coleções de vinil por "merrecas". É bem comum ver na internet anúncios de CDs por preços bem baratos.

CARO - Curiosamente, o preço dos discos de vinil disparou recentemente. Tanto os gringos quanto os nacionais estão mais caros. A alta do dólar e do Euro subiu o preço dos discos importados para os brasileiros. Já nos discos nacionais, há gravadoras e selos vendendo o disco novo (no atacado) por R$ 80! E ainda tem o frete. 
Com isso, o disco chega para o público nas lojas, sites e feiras de discos por quase R$ 150 (considerando uma margem de lucro media), fazendo com que um disco brasileiro seja mais caro que um disco importado.  Por outro lado, há selos independentes que fazem preços mais justos e oferecem discos a um custo (no atacado) em torno de R$ 60, com o disco chegando ao público por aproximadamente R$ 100.