sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Joinville faz feira de discos exemplar



A Feira de Discos Túnel do Tempo, realizada no Shopping Müller, em Joinville (SC), entre os dias 3 e 5 de agosto, foi bem organizada e reuniu um grande número de pessoas. Os organizadores tiveram um cuidado em oferecer uma ótima estrutura para os expositores, bem diferente de feiras em outras regiões onde são cobradas taxas altas e fica “cada um por si”. Participaram 15 expositores de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. “O evento foi um divisor de águas”, avalia o organizador Marcelo Porto  (à esquerda na foto abaixo), destacando a qualidade do acervo. “Antes não havia na região feiras voltadas aos colecionadores em que o principal atrativo fosse um lugar com infraestrutura, com um grande apelo de mídia e que atendesse a todos os tipos de publico”.


A feira joinvilense já começou diferente focando no colecionismo como um evento cultural e não somente nas vendas. O evento foi aberto na sexta-feira (3) com um debate sobre o mercado fonográfico. No sábado (4) mal abriu o shopping e o espaço da feira já ficou lotado. A atividade cultural ficou por conta do Elvis Presley Cover que saiu cantando a dançando no meio do público e depois o rock autoral foi o destaque com a onemanband The Cadaveric Hotel OMB com o rock tosquera divertindo os presentes. No fim do expediente do shopping e da feira houve uma confraternização para os expositores.
Mesmo com os expositores cansados de um dia inteiro de trabalho, o domingo (5) começou com o mesmo agito do dia anterior, com muita gente interessada em ver os discos.  Inclusive com muitos colecionadores que foram no sábado retornaram no domingo para aproveitar o amplo acervo disponível.

Resta agora ao Shopping Müller aproveitar a boa repercussão do evento e colocar a feira em sua agenda já marcando outro evento e não deixando passar muito tempo, para não perder todo o bom trabalho feito. “A feira superou muito a expectativa. Vi que muita gente gostaria de voltar a ter discos e aparelhos, num hobby de cultura, conhecimento e troca de experiências”, destaca o organizador e colecionador Ricardo Borges (à direita na foto acima).





Texto e fotos: Andye Iore

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Deep Purple ganha reedições em vinil roxo



Oito discos da banda Deep Purple serão relançados em edição especial em vinil roxo. São títulos entre 1972 e 1977 que estarão nas lojas a partir da primeira semana de setembro. Os discos foram remasterizados do material original e são em vinil 180 gramas. Cada disco também tem um card para baixar as músicas em MP3. Todo esse trabalho foi acompanhado pela banda que segue numa tour mundial de despedida. As reedições podem ser compradas num box especial ou separados individualmente.

Confira quais são os discos relançados:
- Machine Head (1972)
- Made in Japan (1972)
- Who Do We Think We Are? (1973)
- Burn (1974)
- Stormbringer (1974)
- Come Taste the Band (1975)
- Made in Europe (1976)
- Last Concert In Japan (1977).

Com imagem e informações traduzidas do DeepPruple.Ink.To

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Artista faz cartaz da feira do CVM



O ilustrador paulistano Mario Labate, 50 anos, fez a arte do cartaz da 31ª Feira do Cube do Vinil de Maringá (CVM) que será realizada no dia 18 de agosto de 2018, sábado, no Mercadão de Maringá, entre 10h e 20h, com entrada gratuita.
A inspiração da imagem é nas poses clássicas das pin ups da década de 1950 que apareciam deitadas curtindo discos de vinil em vitrolas. Principalmente na arte de Gil Elvgren cujas pinturas continuam inspirando artistas, fotógrafos, pin ups e atrizes décadas depois.

Labate deu seu toque pessoal no desenho com referências de garage rock na capa do disco e quadro na parede e também de filmes de horror clássicos como o Drácula.
Mario Labate começou a desenhar na infância e na década de 1980 lançou fanzines. Ele já colaborou com revistas sobre cinema e música e fez capas de discos e cartazes de shows. Um dos destaques é a capa do discos 7” “Peligrosos e ruidosos”, do selo mexicano Veneno Records, que reúne os duos garageiros do Brasil, Espanha, Colômbia e México. Confira a página de Mario Labate no Facebook .

LANÇAMENTO – O Clube do Vinil de Maringá está prestes a completar quatro anos. E volta ao Mercadão Municipal de Maringá para uma feira de discos e bazar cultural reunindo expositores de Maringá, Marialva, Mandaguari e Cianorte.  Além de um amplo acervo de discos usados, também há discos novos, inclusive de gravadoras e selos brasileiros. Como a reedição do “Metrô Linha 743”, do Raul Seixas, que ganhou uma versão especial limitada em 300 cópias. Entre outros como:

- Bruce Dickinson - Scream for Sarajevo
- Mano Brown – Boogie Naipe
- Morrissey – Low in high school
- Autoramas – Libido
- Zé Ramalho – Coletiva…
- Gorillaz - The Now Now
- Jards Macalé – Só morto ao Vivo
- Pink Floyd - Pulse
- Riviera Gaz – Connection
- The Smiths – The queen is dead boxset
- Breeders - All Nerve


SERVIÇO
31ª Feira do Clube do Vinil de Maringá
18 de agosto de 2018
Sábado, entre 10h e 20h
Avenida Prudente de Morais, 601, Maringá
Informações : (44) 99102-2912
Apoio – jornal Metro, site do Rigon, Mercadão de Maringá.
Site: www.clubedovinildemaringa.blogspot.com

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Vinil Vivo faz edição do Dia dos Pais



A Feira Vinil Vivo tem sido a mais constante entre os eventos de discos em Curitiba. No próximo sábado (11) será realizada a 10ª Feira Vinil Vivo, entre 10h e 18h, no Nova Garagem, na rua México, 808, no Bacacheri. “Domingo será o Dia dos Pais e disco é ótimo presente que mobiliza a família antes para comprar e depois para ouvir”, comenta o coordenador da Vinil Vivo, Aroldo Glomb.
O destaque do evento é o acervo variado com expositores do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Desde discos promocionais a partir de R$ 5 até importados, passando por títulos nacionais de diversos gêneros, novos e usados. Vale ressaltar que vem aumentando a oferta de discos novos nacionais na Vinil Vivo. Títulos de MPB, rock nacional, punk, heavy metal e RAP lançados recentemente por selos brasileiros estão nos estandes à disposição do público. Incluindo também discos de bandas curitibanas que participam levando seus materiais para vender ou trocar.
Na parte de acessórios o evento também é bem servido com bottons, camisetas, limpa discos, canecas, entre outros. E o próprio acervo do antiquário Nova Garagem.


RANGO – Toda edição da Vinil Vivo sempre tem opções de chopp artesanal e comida. Dessa vez terá a Arepas Burguer, com hambúrguer gourmet servido dentro de uma massa tradicional colombiana com acompanhamentos.

Texto e fotos: Andye Iore / Zombilly

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Bar coletivo reúne atividades do underground em Maringá



Será inaugurado em novembro em Maringá o espaço Batcave. O local reunirá diferentes atividades culturais, artísticas e comerciais com foco no undeground. Será na avenida Colombo, 4767 (entre as avenidas São Paulo e Pedro Taques), tendo um bar, estúdio de tatuagem, workshop de serigrafia, barbearia, salas de ensaio e gravação de bandas, loja, entre outros. “O mais difícil até agora foi conseguir o local”, comentou o idealizador Renato Mattioli (foto acima), 36 anos, técnico em informática e músico da banda A Família Monstro. “Tinha que ser um lugar com acesso fácil e amplo. E também acho que será difícil gerenciar a galera envolvida”.

A ideia de Mattioli tem origem há nove anos, quando ele viajou para a Europa. E visitou um espaço cultural na Espanha que tinha vários segmentos juntos.  E, desde então, nutriu o projeto que se concretiza agora em Maringá, com sócios e parceiros.
O perfil com foco no undeground vem de seus gostos pessoais e de sua banda, cujo gênero horror punk tem poucos fãs na cidade. “A ideia é focar no underground, no som autoral e na cultura. Queria que o lugar agregasse a cena como um centro cultural. Sempre com muito respeito e sem preconceito”, conceitua Mattioli. “Quero que a galera interaja, tenha acesso em um espaço underground legal. Que o público se sinta à vontade, entre amigos”.


INICIATIVA - A banda A Família Monstro já tocou numa edição do Projeto Zombilly, no Crowbar (foto acima), em Maringá em 2016. Até o próprio Renato Mattioli já teve iniciativa de organizar eventos dando opção para quem curte som undeground, como no Horrorfest, trazendo até bandas de outras cidades. “A cena rock em Maringá é muito boa, muito ampla. Tem público em geral de diversos estilos. Mas, precisa de mais locais para tanto público rock em geral”, afirma.
ORIGEM – Batcave foi um bar aberto em Londres no começo da década de 1980 e onde começou a cultura goth com formação de grupos no local. A banda Alien Sex Fiend homenageou o lugar em 1993 com o disco “The Legendary Batcave Tapes”, numa reedição das primeiras musicas antes da banda ficar conhecida.

BATCAVE UNDERGROUND GALERY
Avenida Colombo, 4767, Maringá (PR)
FACEBOOK - www.facebook.com/Batcaverockbar
INSTAGRAM - @batcaverockbar




Texto e fotos: Andye Iore

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Joinville ganha feira de discos multicultural



Será realizada entre 3 e 5 de agosto a primeira Feira do Túnel do Tempo, em Joinville (SC). O evento será no Shopping Muller e terá uma ampla programação cultural. Começando na sexta-feira (3) com um debate sobre “Vinil Presente, Passado e Futuro”, às 19h30, com entrada gratuita, na praça de alimentação do shopping, reunindo sete participantes, entre colecionadores, empresário e músicos.

Nos dias 4 e 5, sábado e domingo, entre 10h e 22h, terá feira de discos na praça central do shopping com expositores de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. E também shows da banda Cadaveric Hotel e do Elvis Presley Cover e discotecagem com Zé Groove, 100%Vinil, Tumba do Faraó e Mosca Branca. 

“Tivemos a ideia no início do ano, pois percebemos a falta de estrutura de eventos para o público joinvilense”, comenta o colecionador Marcelo Porto (à esquerda na foto), 47anos, que divide a organização com o amigo Ricardo Borges. “O shopping tem grande circulação de pessoas e uma infraestrutura para acolher um evento grande. Tem um apelo comercial e de marketing fantástico, com público eclético”.

A região de Joinville tem uma agenda frequente de feiras de discos com portes e perfis diferentes. A organização aposta na parceria com o Shopping Müller para fazer o evento ser parte da agenda cultural da cidade, atraindo pessoas de diferentes regiões. A organização avaliou acervos de expositores dos três estados e selecionou 15 colecionadores/vendedores. “Buscamos pessoas sérias com compromisso e responsabilidade, escolhendo pelo perfil, qualidade e diversidade”, aponta Porto.

POTENCIAL - “Há o crescimento das cervejarias artesanais, hamburguerias, brechós e feiras alternativas e de artesanatos. O potencial nesse segmento é gigantesco. Estamos entre duas capitais [Curitiba e Florianópolis], estamos na maior cidade do estado e próximo ao maior PIB do Brasil”, avalia Porto com otimismo sobre a repercussão da feira de discos do Túnel do Tempo, que é o desdobramento de uma confraria e um programa de radio.


Apoio da Feira do Túnel do Tempo de Joinville: Casa 97, Livrarias Curitiba, Site Orelhada - Rubens Herbst, Túnel do Tempo - Confraria e Vintage Cyber. O Shopping Müller fica na rua Senador Felipe Schmidt esquina com a rua Pedro Lobo, no centro de Joinville. Informações: (47) 99206-2201.
Evento no Facebook .

Texto: Andye Iore / Fotos: Divulgação , Projeto Zombilly

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Colecionador vende milhares de discos a US$ 1 cada



O colecionador americano conhecido como VinylMan (foto) anunciou que venderá aproximadamente 100 mil discos por US$ 1 cada. Ele tem tanto disco que estará “se livrando” de apenas metade de seu acervo que já foi de quase 500 mil discos.
O colecionador Jerry Weber, 70 anos, é dono da loja Jerry´s Records em Pittsburgh, na Pennsylvania, EUA. Onde terá uma feira chamada Dollarpalooza, local que receberá o primeiro lote de discos à venda essa semana.

VinylMan já teve 450 mil discos juntados em 40 anos colecionando e comercializando. Dos quais 20 mil eram de sua coleção. Aos poucos foi se desfazendo para sobrar espaço em casa, na loja e num barracão. O objetivo dele é vender 100 mil discos até o final de 2018. Ele ressalta que não está vendendo discos encalhados ou com defeitos. Que são títulos em bom estado com grande interesse do público.
Com informações traduzidas do Triblive e Pennlive

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O Porão apresenta variedade e opções alternativas


A loja O Porão Discos foi reaberta em Maringá depois de 20 anos que fechou. O novo endereço é na rua Lauro Werneck, 787, em frente a Universidade Estadual de Maringá (UEM). A nova loja tem um acervo variado, com foco em discos de vinil, mas também apresenta outros produtos sobre colecionismo. Como histórias em quadrinhos, miniaturas, fitas K7, camisetas, bottons, entre outros.
Nessa primeira semana de atendimento alguns clientes da loja anterior foram visitar o novo espaço cultural. Como foi com o colecionador Anderson (foto abaixo) que passou pela frente, viu a fachada da loja e achou curioso. Entrou para conferir e teve a agradável surpresa que era a mesma loja que ele frequentava há 20 anos.  “Vou passar aqui todos os sábados”, disse com um sorriso após comprar disco do The Police, Tracy Chapman e um feltro.


Assim como era na década de 1990 é possível encontrar títulos alternativos e do underground. O que não é comum em outras lojas por não serem comerciais. Ou seja, não venderem muitas unidades. Como discos de grind core e black metal, camiseta do filme Donnie Darko, fanzines, entre outros títulos. Tudo acompanhado de atendimento especializado, com o cliente recebendo informações sobre os materiais. O espaço também vai divulgar os eventos do Clube do VinildeMaringá (CVM) e de parceiros. 
Outro diferencial d´O Porão Discos é horário de atendimento alternativo. A loja abre e fecha em horários diferentes durante a semana para que pessoas com compromisso e hábitos diferentes tenham mais opções de irem à loja. Incluindo à noite e no final de semana. Os horários são anunciados nas páginas da loja no Instagram e Facebook: @oporaodiscos 






quarta-feira, 4 de julho de 2018

Kiss ganha capas em 3D de clássicos



A fábrica Knucklebonz lançou duas capas decorativas inspiradas em discos clássicos do Kiss: o primeiro da banda de 1974 e “Destroyer” (1976). Ambos são em efeito 3D, em tamanho natural de um disco de vinil, ressaltando detalhes das capas originais. As capas decorativas podem ser penduradas na parede ou ficarem sobre móveis. Os preços não são muito convidativos: entre US$ 249 e US$ 299,convertendo ficam entre R$ 976 e R$ 1.172
Outro detalhe para os fãs é que cada um vem com um certificado de autenticidade, autorizado pela banda.
Com imagens e informações traduzidas da Knucklebonz

sexta-feira, 29 de junho de 2018

O Porão Discos reabre em Maringá


A loja O Porão Discos será reaberta em Maringá no próximo sábado (30). O espaço cultural focado em discos de vinil reabre 20 anos depois de ser fechado. O novo endereço é na rua Lauro Werneck,787, em frente a UEM (foto acima). “A demanda nas nossas feiras de discos vem crescendo”, justifica o colecionador Andye Iore, que comandará o empreendimento com o irmão Alvaro Alvim. “Até hoje as pessoas lembram do Porão e sempre perguntam quando  a loja voltaria”.

A nova loja seguirá o mesmo perfil de quando funcionava no edifício Centro Comercial entre as décadas de 1980 e 1990. O acervo terá discos de vinil, CDs, DVDs, camisetas, histórias em quadrinhos, miniaturas e acessórios. O foco é no colecionismo, seguindo o sucesso das feiras do Clube do Vinil de Maringá (CVM) que acontecem desde 2014.
O interesse de antigos e novos colecionadores é explicado pelo acervo com vinis que não tem em outras feiras de discos no Paraná. Iore é colecionador, pesquisador sobre rock e a maior parte de sua carreira profissional foi em lojas de discos. O que garante uma grande experiência e conhecimento do mercado fonográfico brasileiro. E isso facilita, e muito, para comprar material para a loja e atender os clientes.

HISTÓRIA – O Porão foi um sebo de discos e livros abertos em meados da década de 1980. O jornalista Andye Iore comprou a loja em 1992 transformando num espaço especializado em rock (fotoa baixo). A loja fechou em 1998 depois de virar referência no Paraná não só pelo acervo formando público na região como pelos eventos culturais, incluindo shows com bandas de expressão no rock brasileiro.

REVIVAL - O mercado comercial de vinil parou no Brasil na década de 1990 porque as fábricas passaram a produzir somente CD. Mas nos Estados Unidos e Europa os vinis continuaram a ser fabricados. “É errado dizer que o vinil está voltando porque ele nunca acabou”, explica Iore, que mantém contato com fábricas, selos e gravadoras. Hoje o Brasil tem duas fábricas (Vinil Brasil em São Paulo e Polysom no Rio de Janeiro) e uma frequência maior de lançamentos nacionais.

INFOS:
O Porão Discos: rua Lauro Werneck, 787, sala 9
Instagram e Facebook : @oporaodiscos
Fone: (44) 99102-2912

quarta-feira, 20 de junho de 2018

CVM ganha novo colecionador



O colecionador maringaense Luciano Carvalho Mucio, 34 anos, é o mais novo expositor do Clube do Vinil de Maringá (CVM). Ele já coleciona cédulas, caixas de fósforos, moedas e garrafas antigas somando aproximadamente 200 itens. Ele começou a colecionar depois de visitar eventos de artesanato e antiguidades em Maringá. E passou a negociar seus produtos pela internet e em eventos. “Ainda não tenho itens raros”, comenta Mucio. “Porque nesse segmento do colecionismo as raridades custam valores que não posso ainda pagar”.

Mesmo assim está de olho nas boas oportunidades que aparecem por aí. Como uma coleção de discos de vinil que comprou recentemente.  Na qual já passou boas horas restaurando, catalogando e fotografando para colocar para vender em suas páginas na internet.

Luciano Mucio é fã de rock e gosta das bandas Metallica, Nirvana, Ramones, Pink Floyd, Foo Fighters, entre outras. “Me interesso pela participação em eventos  porque é um modo de conhecer colecionadores, fazer negócios e amigos”, cita sobre sua participação no Clube do Vinil de Maringá.


Texto e foto do colecionador: Andye Iore

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Depeche Mode relança singles em vinil



A banda Depeche Mode terá seus singles relançados em vinil. As músicas foram remasterizadas das gravações originais de época e sairão em edições especiais em boxes de 12”. O primeiro box sairá em 31 de agosto. Além de uma qualidade melhor de áudio das músicas, os box terão itens de colecionador como flexi disc, card para MP3 e poster. 

A banda justificou que os relançamentos são porque os fãs recentes não conseguem comprar os discos antigos. Os singles também foram inspiração para uma serie limitada de relógios que serão lançados com a arte dos singles no design dos gadgets. A serie faz parte de uma campanha ambiental que a banda participa.

Com fotos e informações traduzidas do Depechemode.com

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Lojas de departamento reveem o vinil



As lojas de departamento no Brasil ainda não conseguiram “embarcar” no mercado fonográfico brasileiro. As poucas que tomaram a iniciativa ainda estão tímidas e até já reavaliaram sua estratégia parando de atualizar o acervo. Na minha última visita em uma das lojas verifiquei uma pequena caixa com míseros nove LPs. 

A paranaense Livrarias Curitiba parou de comprar discos de vinil e o que sobrou nas lojas está indo para o site. Segundo informações não oficiais em conversas com funcionários, a empresa avalia os procedimentos sobre os discos de vinil, como compra de discos importados.
Quem frequenta as lojas da rede paranaense vê discos gringos muito mais caros dos que são vendidos em lojas e feiras de discos. Alguns até em aproximadamente 80% mais caros. A empresa não só não conseguiu comprar no atacado com bom preço, como comprou muitos discos equivocadamente. Que tem edição nacional ou não tem público por aqui.

E também encheram as lojas com discos da Polysom que tem em muitos lugares e com preços muito diferentes, já que a política de preços da Polysom é outra coisa que precisa ser revista também.
E esse é outro problema comum em lojas de departamento. Ter funcionários que não conhecem o mercado fonográfico, não sabem sobre colecionismo e orientar os clientes e colecionadores sobre os discos, artistas. E quem compra para as lojas também não tem muito embasamento. O que acaba dificultando ainda mais as vendas.
A paulistana Livrarias Cultura também segue o mesmo caminho com muitos discos de vinil encalhados há meses nas 18 lojas da rede em sete estados.

DESIGN - O que também acaba fazendo parte do perfil dessas redes, já que é comum a venda de aparelhos de som de baixa qualidade. Como esses de design retrô que acabam tendo problemas facilmente. E são caros. Ou seja, as vendas de vinil cresceram no mundo todo e as redes se empolgaram achando que era só colocar qualquer coisa nas prateleiras que venderia fácil. O colecionador de discos não é bobo...


Texto e foto: Andye Iore

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Cheers Pub sedia feira de discos em Londrina



Será realizada no dia 16 de junho de 2018 (sábado), a Feira Londrinil, reunindo colecionadores de discos e antiguidades no Cheers Pub (rua Alagoas,1005), em Londrina. O evento tem entrada gratuita e acontece entre 12h e 18h. Em seguida o bar abre sua programação de eventos à noite,tendo também discotecagem em vinil com Fernando Feijó e Alexandre Heringer.

A Londrinil apresenta um acervo variado de discos e bazar cultural com colecionadores de Londrina, Maringá, Marialva, Cianorte e Arapongas. Além dos clássicos discos de vinil de décadas anteriores, também há discos novos que são lançados agora por gravadoras brasileiras.

O acervo vai desde uma edição especial do Iron Maiden em vinil colorido até um disco do Zé Ramalho que saiu há pouco com músicas que nunca foram lançadas em vinil antes. Os expositores também compram e trocam discos usados em bom estado. Há também um bazar cultural com camisetas, bottons, acessórios, equipamentos, entre outros. Inclusive com um fliperama artesanal que estará ligado à disposição do público.
A parceria entre Londrinil e Clube do Vinil de Maringá acontece desde 2015 com eventos gratuitos reunindo colecionadores das regiões de Londrina e Maringá. A edição do próximo sábado (16) terá alguns expositores diferentes dos que participaram da edição anterior (foto) em março. 
Foto: Andye Iore

sexta-feira, 8 de junho de 2018

CVM participa do Pré-Paraiso do Rock



Será realizado amanhã (9) em Maringá o Pré-Paraíso do Rock. A festa de apresentação da edição de 2018 será entre 11h e 20h, na Cervejaria Araucária que mais uma vez produziu a cerveja oficial do festival.
O Pré-Paraíso terá shows gratuitos de Pelebrói Não Sei (foto, de Curitiba), Brian Oblivion & Seus Raios Catóditcos (de Maringá) e Tarantino SoundTracks (de Maringá). E também 30a Feira do Clube do Vinil de Maringá (CVM), Espaço Kids, Food Trucks e mais dez cervejas/chopps artesanais, alguns deles premiados nacionalmente. A banda curitibana de punk rock faz um dos shows mais animados do rock independente brasileiro, atraindo até mais público que bandas de fora quando tocam na cidade. 
A Cervejaria Araucária fica na avenida Américo Belay 2329, próximo da Acema,em Maringá. O evento tem entrada gratuita. O festival Paraíso do Norte 2018 será realizado nos dias 13 e 14 de julho em Paraíso do Norte. Confira o site do festival. 
Texto e foto: Andye Iore